segunda-feira, 7 de setembro de 2009

junho/julho

Outono no fim...e...


Investindo sôbre nós
a pouca luz
________das tardes de inverno


O bambus perfilados
______________seguram as nuvens


Tenho certeza de que se olhássemos sempre
para êste, ou para qualquer outro
_______________________ céu

salvaríamos a humanidade.

Antes do Banho

Deito-me de bruços, no chão, ao Sol
sôbre as pedras, para aquecer-me
olho para elas...


Quantas eras terão?


Olho prao céu


__________um pássaro viaja.

Dentro do sussuro tem um urro

Guimarãens lá e cá


Portugal vai me ocupando
uma toalha de banho, verde escuro
meias vermelhas
o branquinho das violetas na janela e um anel de ouro

Minha alma lusa vai me ocultando
uma Ave Maria em surdina
e não lembro mais do Salve Rainha
mas
Cristo não me pertence, nem eu à ele
sou indio pra sempre
embora digam que eles estão desaparecendo

Cidade acaba com o sertão, acaba?
Itálico
acordei...
com um poema breve na cabeça
e as vezes sou tão feliz! que acabo chorando

as músicas da Manhã Nova
me rondando...
mas o que será que está roncando?
o motor do aviãozinho, ou o meu estômago?
_______________________________Yollande Dartout

Processador Doméstico p/ lixo domiciliar






Papel___________Vidro

Metal___________Plástico rígido

Vivos___________Plástico flexível

Velocidade

Todos os poemas nascem... depois
morrem ... imediatamente!
portanto
é preciso sempre
encaminhá-los rápido
para "a" Eternidade
sempre.